Remoção médica na grande Curitiba

A legislação brasileira determina todas as condições para uma remoção médica, devendo os serviços de atendimento contar com uma equipe de profissionais especializados na área de saúde.

É importante destacar que o serviço de remoção médica não deve ser considerado como especialidade médica ou de enfermagem e, portanto, nos cursos de formação ou de graduação os profissionais não recebem informação suficiente para esse tido de atendimento.

Em razão disso, quando se trata de remoção médica, os profissionais devem passar por cursos voltados especificamente para oferecer aos pacientes todas as condições de serem removidos e encaminhados às clínicas ou hospitais mantendo todas as medidas de segurança para evitar qualquer dano ou complicação de seu estado de saúde.

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Profissionais envolvidos na remoção médica 

Dependendo de cada situação de atendimento para remoção médica, são necessários os serviços de uma série de profissionais especializados e capacitados.

De uma forma geral, os profissionais envolvidos nesse tipo de serviço são os seguintes:

Coordenador, que deve ser um profissional graduado em saúde, com conhecimentos e experiência na área de atendimento pré-hospitalar e com habilidade para gerenciar o serviço;

Responsável técnico, com formação médica e experiência em atendimento pré-hospitalar;

Responsável de enfermagem, enfermeiro com formação técnica ou graduação, que se torna responsável pela equipe;

Médicos: profissionais que possam se responsabilizar pelo gerenciamento, pela definição e pela operacionalização dos procedimentos para atender a qualquer emergência, valendo-se de protocolos técnicos através das informações coletadas através do próprio paciente ou de pessoas próximas. A equipe médica deve ainda contar com profissionais que possam oferecer o atendimento em casos de necessidade de reanimação ou estabilização do paciente durante o transporte;

Enfermeiros para assistência, em caso de reanimação ou de estabilização do paciente transportado;

Técnicos de enfermagem, que possam agir sob a supervisão do profissional de enfermagem;

Socorristas, cujos serviços são utilizados no caso de remoção de pacientes que não exigem tantos cuidados, como no caso de dependentes químicos.

Para a remoção médica, além da equipe de saúde, podem ser necessários os serviços compartilhados e complementares de outros profissionais, como bombeiros ou policiais.

O treinamento de socorristas para remoção médica em ambulância

O treinamento específico de socorristas para o atendimento a pacientes em caso de necessidade de transporte deve ser voltado para a identificação dos problemas apresentados, podendo o profissional definir se é um caso de emergência ou não.

As emergências médicas podem ser reconhecidas de várias maneiras, como, por exemplo, através do próprio paciente ou de um acompanhante. Em alguns casos, o paciente pode ter um cartão de identificação de sua doença, embora, na maior parte das vezes, o socorrista deva se valer de sua própria observação dos sintomas e sinais.

Os sintomas podem ser facilmente identificados através do que o paciente relatar, como, por exemplo, dores que esteja sentindo ou condições oferecidas pela doença, enquanto que os sinais devem ser detectados pelo próprio socorrista.

O socorrista, antes do transporte em ambulância, deve dar toda atenção aos sinais, que devem ser avaliados antes da remoção ou do resgate do paciente, como, por exemplo:

Estados alterados de percepção ou consciência;

Pulsação, que pode indicar a necessidade de um procedimento especial;

Respiração, que também pode indicar uma emergência;

Temperatura corporal, cor da pele e dos lábios e seu aspecto;

Reação das pupilas;

Anormalidade no hálito;

Condições gastrointestinais, como flacidez ou rigidez abdominais, com a presença ou não de vômitos;

Espasmos e paralisias, ou alterações em atividades musculares;

Sangramento ou secreções no corpo.

Os sinais vitais devem ser observados e anotados para posterior atendimento médico, fazendo parte do histórico clínico e do exame pré-hospitalar realizado pelo socorrista.

Além do treinamento voltado para um pré-diagnóstico das condições do paciente, o socorrista também é treinado para atender as situações de estresse no transporte em ambulância.

Em muitos casos e situações, o estresse é bastante comum nas pessoas presentes no local de atendimento, atingindo não apenas a vítima, mas também seus familiares e outras pessoas presentes.

O profissional socorrista, dessa forma, deve manter a maior calma possível, evitando que ele próprio seja atacado pelo estresse, reconhecendo seus sintomas, que podem se manifestar através dos seguintes sinais:

Incapacidade de se concentrar;

Irritabilidade;

Repentinas alterações de humor;

Ansiedade;

Incapacidade de tomar qualquer decisão.

Os sinais característicos do estresse devem ser observados pelo socorrista, que deverá tomar a atitude mais adequada em cada momento do atendimento, criando as condições necessárias para prestar os primeiros socorros e transportar o paciente com segurança.

Como fazer uma remoção médica em ambulância com segurança

Na remoção médica, a segurança tem início no momento em que se recebe uma chamada para atendimento. É necessário conseguir todas as informações possíveis para planejar as ações a serem tomadas.

Uma empresa de remoção médica oferece esse tipo de serviços normalmente não é convocada para atendimentos de acidentes ou de ocorrências mais graves, mas os profissionais devem estar preparados para qualquer tipo de ocorrência.

Os socorristas, dessa forma, também são treinados para esses fins, principalmente dando especial atenção às leis de trânsito e agindo conforme determinado para o atendimento de emergência médica, como, por exemplo, usando coletes reflexivos e uniformes de cores vivas, usando sinalizadores luminosos e se organizando para que o veículo possa se aproximar o máximo possível da pessoa a ser atendida.

O local deve ser avaliado em todos os seus detalhes, principalmente no caso de atendimento a acidentes, só podendo aproximar a ambulância particular quando se tem a certeza de que não há qualquer tipo de risco.

Se o atendimento for para qualquer ocorrência em rodovias ou ruas mais movimentadas, o motorista não deve descer do veículo antes de o local estar totalmente seguro, inclusive com controle do tráfego, evitando assim qualquer situação que possa provocar acidentes adicionais.

Uma das precauções mais importantes é com relação a locais onde haja conhecida situação de crime ou violência. O treinamento também contempla essas condições, devendo os socorristas seguirem os protocolos, como, por exemplo, só entrando em cena quando houver certeza de que o local está totalmente seguro.

Esse tipo de procedimento, em muitos casos, deve ser tomado no caso de remoção de dependentes químicos, principalmente quando se trata de remoção compulsória ou involuntária, quando o paciente pode estar armado ou em companhia de outras pessoas envolvidas em tráfico ou consumo de drogas.

Veículos utilizados na remoção médica

A legislação estabelece condições específicas para veículos utilizados na remoção médica, que devem ser obedecidas de acordo com cada situação:

Ambulância de remoção médica, para pacientes que não apresentam risco de morte, em casos de remoção simples de pacientes deitados, que devem ser conduzidas por um motorista e um técnico de enfermagem;

Ambulância de suporte básico, para pacientes que apresentam maiores riscos, devendo contar com equipamentos para manutenção da vida, exigindo a presença de um enfermeiro ou técnico de enfermagem com treinamento de emergência médica, além do motorista;

Ambulância de suporte médico avançado, ou UTI móvel, para atendimento de pacientes com maior gravidade, mais utilizada para o transporte Inter hospitalar. A ambulância, nesse caso, deve contar com um médico, um técnico de enfermagem e o motorista;

Ambulância de resgate, que é destinada ao socorro e transporte de pacientes que apresentam risco de morte desconhecido, devendo contar com equipamentos para o suporte e manutenção da vida, além de equipamentos de salvamento. A tripulação deve contar, além do motorista, com um médico e um técnico de enfermagem, havendo a necessidade de também o motorista ter conhecimentos sobre resgate;

Ambulância de transporte de pacientes psiquiátricos, mais utilizada para o resgate de dependentes químicos, devendo ser tripulada por um enfermeiro, auxiliares de enfermagem e o motorista.

Além da ambulância particular utilizadas para transporte terrestre, a legislação também estabelece regras para aeronaves de transporte médico e embarcações com o mesmo objetivo, devendo esses veículos atender todas as normas estabelecidas pelo transporte terrestre para atendimento das situações específicas.

Remoção médica em ambulância em caso de dependência química

Em casos de remoção e resgate de pacientes dependentes químicos, observa-se que se trata de uma situação bastante delicada para a família do dependente químico. O resgate deve ser feito para conduzi-lo à internação em uma clínica de recuperação.

Contudo, a comunicação da decisão ao dependente químico é uma situação complicada, na maior parte dos casos. Para facilitar esses procedimentos, algumas clínicas oferecem esse tipo de remoção, ou podem indicar empresas especializadas, com pessoal capacitado para o atendimento.

O resgate e o transporte em ambulância quando se trata de dependentes químicos exigem procedimentos especiais, havendo treinamento dos profissionais para cada tipo de resgate:

O resgate e remoção de dependentes químicos podem ser feitos para os casos de internações voluntárias ou involuntárias;

No caso de internação involuntária, o procedimento é aplicado quando o usuário não procura o serviço de tratamento, exigindo a presença de profissionais ou de uma equipe médica para sua remoção;

No caso de resgate para tratamento voluntário, o usuário está consciente de sua condição, embora, muitas vezes, deva contar com a intervenção de uma equipe para ser levado a tratamento.

Remoção dependentes químicos, em certas situações, exige a utilização de veículos descaracterizados, em que os profissionais não utilizam uniformes de trabalho com o objetivo de oferecer um serviço discreto, evitando qualquer tipo de reação agressiva por parte do dependente.

Nessas situações, o dependente químico não tem conhecimento sobre o resgate, que é combinado entre a empresa de remoção, a clínica e os familiares do usuário, utilizando qualquer pretexto para conduzir o paciente.

A operação apenas envolve o transporte para a clínica de recuperação, com o acompanhamento de profissionais especializados, sem a necessidade de qualquer outro tipo de intervenção.

Nesse tipo de resgate, a família tem fundamental importância, devendo estar presente para acompanhar o procedimento. A clínica de recuperação, nesses casos, oferece todas as informações sobre os socorristas, oferecendo a segurança aos familiares de que o dependente terá garantida toda a segurança para seu resgate e transporte.

A empresa Brasil Emergências Médicas conta com profissionais especialmente preparados para atender esse tipo de remoção e resgate, oferecendo, inclusive, veículos descaracterizados, quando solicitado pelos familiares.

Para oferecer o melhor tipo de atendimento em cada caso de resgate de dependente químico, é necessário que os familiares ofereçam todas as informações sobre o usuário, detalhando sua condição e suas possíveis reações quando da abordagem. Dessa forma, os profissionais poderão tomar as melhores atitudes para cada tipo de resgate, mantendo a integridade física do paciente e o conduzindo em total segurança para a clínica de recuperação.

A importância do resgate de um dependente por profissionais especializados

No caso de dependentes químicos que exigem internação involuntária, entende-se perfeitamente que se trata de um momento bastante difícil para seus familiares. Muito embora estejam agindo com amor e dedicação para o paciente, seus familiares estão sentindo muita dor e sofrimento.

Contudo a decisão de internar o dependente químico de forma involuntária pode ser a única solução de salvar a vida do usuário de drogas compulsivo, oferecendo-lhe uma nova oportunidade de se tornar uma pessoa saudável e capaz de decidir por sua própria capacidade.

Diante da necessidade de resgate de um dependente químico para internação involuntária, a família deve informar com antecedência se há possibilidade de qualquer reação agressiva, se o dependente utiliza armas de fogo, se possui ou não envolvimento com traficantes, que tipo de droga utiliza e com que frequência, além de informações sobre suas condições físicas.

Com as informações em seu poder, a equipe de profissionais responsáveis pelo transporte em ambulância poderá tomar as medidas necessárias, evitando qualquer tipo de acidente durante a abordagem e o resgate. Os profissionais, portanto, devem estar treinados inclusive para tomar as atitudes adequados diante de emergências médicas, com uma convulsão ou uma parada cardiorrespiratória, situações que são bastante comuns no caso de intoxicação por drogas.

A Remoção por ambulancia particular pode ser feito de forma voluntária ou involuntária. A internação voluntária pode ser feita através do próprio dependente químico que, por sua vontade, é conduzido à clínica de recuperação por seus familiares ou, quando a situação assim o exigir, através de uma ambulância particular, principalmente quando está incapacitado de se locomover.

A internação involuntária pode ser realizada quando solicitada pelos familiares ou de forma compulsória, quando deve ser solicitada a intervenção judicial, determinada por um juiz através de um laudo emitido por um psiquiatra.

É importante destacar que o resgate involuntário ou compulsório não se trata de um procedimento desumano ou que não ofereça benefícios para o dependente químico. De acordo com as clínicas de recuperação, mesmo em tratamentos compulsórios ou involuntários, as taxas de sucesso podem atingir 90% dos pacientes tratados.

Portanto, a equipe de profissionais destacados para o resgate de um dependente químico deve estar convenientemente preparada para o procedimento, podendo atender a qualquer tipo de condição do paciente e oferecendo todos os cuidados exigidos para cada situação.

Na abordagem para o resgate e remoção médica, a equipe responsável toma todas as providências para que o procedimento seja o mais cauteloso e tranquilo possível, principalmente porque, desde esse momento, o dependente já está sendo considerado em tratamento.

Os profissionais da remoção médica são treinados para oferecer todo o respeito, valorizando a vida e agindo de uma forma que o paciente não sofra qualquer tipo de agressão física ou verbal, conduzindo-o para a clínica determinada em total segurança e oferecendo, caso necessário, o atendimento ambulatorial.

Depois da internação, o paciente irá passar por um processo de avaliação, sendo levado a terapias específicas para sua condição física e mental. Cada tratamento de dependência química é feito de forma individualizada, atendendo as condições específicas de cada paciente.

Ao mesmo tempo, os familiares do dependente químico também são atendidos, recebendo instruções detalhadas para se manterem firmes diante de sua própria decisão, não se envolvendo emocionalmente com o procedimento de resgate, procurando apenas pensar nos resultados que serão obtidos com o tratamento.

Os profissionais responsáveis pelo tratamento procuram estabelecer uma relação de confiança, tanto com os familiares quanto com o próprio dependente químico, criando as condições mais favoráveis possíveis para que o tratamento seja efetivo.

A remoção médica é um procedimento que exige todos os cuidados para cada tipo de situação. Na Grande Curitiba, o resgate dependente químico quanto em outros casos de emergência médica ou necessidade de transporte, é realizado pela Brasil Emergências Médicas, utilizando os serviços especializados de profissionais devidamente capacitados para qualquer tipo de atendimento.

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