22 de julho de 2026
Post por: Gilson Rodrigues de Siqueira

Ambulância Tipo B: Características, Equipe e Quando Solicitar

ambulancia tipo b

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A ambulância do tipo B representa uma categoria essencial no sistema de atendimento pré-hospitalar brasileiro, atuando como ponte entre emergências básicas e casos de maior complexidade. A ambulância tipo B é um veículo de suporte básico de vida equipado com materiais essenciais para atender e transportar pacientes com risco de vida desconhecido, contando com uma equipe formada por motorista e técnico de enfermagem. Diferente das ambulâncias simples de remoção, este tipo possui recursos que permitem monitoramento e cuidados assistenciais durante o trajeto.

Ambulância Tipo B: Características, Equipe e Quando Solicitar

Quando você precisa de atendimento médico que vai além do transporte comum, mas não requer ainda os recursos avançados de uma UTI móvel, a ambulância tipo b oferece exatamente esse nível intermediário de cuidado. Este artigo vai esclarecer todos os aspectos relevantes sobre este veículo, desde suas características estruturais até os requisitos legais que regulamentam sua operação. Você vai entender como funciona a tripulação, quais equipamentos são obrigatórios e em quais situações este tipo de ambulância é indicado.

A Brasil Emergências Médicas atua neste segmento oferecendo serviços que incluem tanto atendimento emergencial quanto transporte inter-hospitalar com ambulância do tipo b. Ao longo deste conteúdo, você vai conhecer as diferenças entre os tipos de ambulância disponíveis, a legislação aplicável conforme a Portaria 2048 do Ministério da Saúde, aspectos operacionais de empresas particulares e procedimentos de segurança que garantem qualidade no atendimento.

Sumário

Características Estruturais e Diferenciais

Ambulância tipo B estacionada em ambiente externo, mostrando detalhes estruturais e luzes de emergência.
Ambulância tipo B estacionada em ambiente externo, mostrando detalhes estruturais e luzes de emergência.

A ambulância tipo B apresenta uma estrutura intermediária no sistema de atendimento pré-hospitalar, equipada para realizar suporte básico de vida durante o transporte de pacientes. Seus diferenciais incluem equipamentos essenciais para estabilização, sistemas de segurança adequados e capacidade operacional para emergências de gravidade moderada.

Equipamentos essenciais de suporte à vida

A ambulância tipo B conta com equipamentos obrigatórios voltados ao suporte básico de vida. Você encontrará cilindros de oxigênio para fornecimento de oxigênio suplementar, essenciais para pacientes com dificuldades respiratórias.

O desfibrilador externo automático (DEA) é um item fundamental presente neste tipo de veículo. Este equipamento permite a reversão de arritmias cardíacas graves através de choques elétricos controlados.

O kit de primeiros socorros completo inclui materiais para curativos, imobilizações e procedimentos básicos. A maca com rodas facilita o transporte seguro do paciente entre diferentes ambientes.

Equipamentos de monitoramento como o oxímetro de pulso possibilitam a avaliação contínua dos sinais vitais durante o deslocamento. Você também encontrará materiais para vias aéreas e dispositivos de ventilação manual, embora não conte com ventilador mecânico como em UTIs móveis.

Segurança interna e conforto do paciente

A estrutura interna da ambulância tipo B prioriza a proteção de pacientes e profissionais durante o transporte. Cintos de segurança de três pontos fixam adequadamente a maca, prevenindo movimentos bruscos em trajetos irregulares.

O espaçamento interno permite a circulação da equipe para realizar procedimentos de suporte básico. A iluminação adequada e sistemas de ventilação garantem condições apropriadas para o atendimento.

Os equipamentos de proteção individual (EPIs) ficam armazenados em compartimentos específicos de fácil acesso. Você terá à disposição luvas, máscaras, aventais e óculos de proteção para toda a equipe.

A maca possui ajuste de altura e posicionamento para maior conforto do paciente. O acolchoamento adequado reduz o desconforto durante trajetos prolongados.

Capacidade de resposta em emergências moderadas

A ambulância tipo B atende situações que exigem intervenção rápida sem necessidade de suporte avançado. Você pode utilizá-la para pacientes estáveis que necessitam monitoramento contínuo durante o transporte.

Este veículo responde adequadamente a casos de fraturas, traumas moderados, descompensações clínicas controladas e transferências inter-hospitalares. Os equipamentos obrigatórios permitem estabilização básica e administração de oxigênio suplementar.

A equipe realiza avaliação constante dos sinais vitais e aplica protocolos de primeiros socorros conforme necessário. O desfibrilador fica disponível para uso imediato em casos de parada cardiorrespiratória.

Para situações críticas que demandam ventilação mecânica ou procedimentos invasivos, você precisará de uma UTI móvel. A ambulância tipo B se posiciona entre veículos simples de remoção e unidades de terapia intensiva móveis.

Ambulância e remoção de pacientes 24 horas

Ambulância e remoção de pacientes 24 horas - Brasil Emergências Médicas

Funções e Aplicações Práticas

Uma ambulância tipo B estacionada em frente a um hospital com paramédicos ao redor, preparando equipamentos médicos.
Uma ambulância tipo B estacionada em frente a um hospital com paramédicos ao redor, preparando equipamentos médicos.

A ambulância tipo B desempenha papel fundamental no sistema de saúde, atuando principalmente no atendimento pré-hospitalar e transporte de pacientes que necessitam de suporte básico de vida. Suas aplicações abrangem desde emergências médicas até remoções programadas entre unidades hospitalares.

Atendimento pré-hospitalar

Você encontrará a ambulância tipo B atuando diretamente em situações de urgências onde o paciente necessita de primeiros socorros e estabilização inicial antes do transporte. Este veículo responde a chamados de emergência para atender vítimas de acidentes, mal súbito ou complicações de saúde que exigem intervenção imediata.

A equipe realiza procedimentos essenciais de suporte básico de vida no local da ocorrência. Isso inclui administração de oxigênio, controle de hemorragias, imobilização de fraturas e monitoramento de sinais vitais.

O atendimento pré-hospitalar com ambulância tipo B é adequado para pacientes com risco de vida desconhecido ou moderado. A configuração do veículo permite que você receba cuidados assistenciais contínuos durante todo o trajeto até a unidade de saúde.

Transporte inter-hospitalar

O transporte inter-hospitalar representa uma das principais funções da ambulância tipo B. Você utiliza este serviço quando precisa transferir pacientes entre diferentes unidades médicas que não apresentam risco iminente de morte, mas necessitam de monitoramento durante o deslocamento.

Este tipo de transporte médico é comum para pacientes que precisam de exames especializados, procedimentos em hospitais de referência ou transferência para leitos disponíveis. A ambulância garante transporte seguro de pacientes mantendo os cuidados necessários durante todo o percurso.

As remoções simples programadas também se enquadram nesta categoria. Pacientes em recuperação que recebem alta médica mas ainda necessitam de acompanhamento profissional durante o trajeto podem ser transportados com segurança.

Suporte em eventos e resgates

A ambulância para ambulância para eventos permanece em modo de prontidão durante eventos esportivos, shows, competições e grandes concentrações públicas. Sua presença garante resposta imediata a qualquer intercorrência médica que ocorra no local.

Em operações de resgate, a ambulância tipo B atua como veículo de suporte quando não há necessidade de equipamentos avançados de UTI móvel. Situações como resgate de dependentes químicos, acidentes em áreas de difícil acesso ou emergências em locais remotos frequentemente contam com este tipo de ambulância de resgate.

Você também encontra este veículo atuando em coberturas de eventos corporativos, festivais e atividades que exigem presença médica preventiva. A equipe está preparada para atender desde pequenos ferimentos até situações mais graves que necessitem de transporte para o hospital.

Remoções simples e situações de urgência

As remoções simples incluem o transporte de pacientes para consultas, sessões de hemodiálise, quimioterapia ou outros tratamentos que exigem deslocamento seguro com acompanhamento profissional. A ambulância particular tipo B é frequentemente utilizada nestes casos.

Em situações de urgência que não configuram emergência extrema, este veículo oferece o equilíbrio ideal entre recursos disponíveis e custo operacional. Pacientes com quadros estáveis mas que necessitam de cuidados durante o trajeto se beneficiam deste serviço.

O transporte de pacientes críticos que já receberam estabilização inicial e não apresentam risco imediato também é realizado pela ambulância tipo B. A equipe mantém vigilância constante dos sinais vitais e está preparada para intervir caso haja alteração no quadro clínico durante o percurso.

Equipe Profissional e Responsabilidades

A ambulância tipo B opera com uma equipe reduzida porém qualificada, composta por profissionais de saúde treinados para executar procedimentos de suporte básico de vida conforme protocolos estabelecidos pela legislação brasileira.

Composição mínima e funções

A equipe de ambulância tipo B requer no mínimo dois profissionais: um motorista habilitado e um técnico de enfermagem. O motorista deve possuir treinamento específico em direção defensiva e transporte de pacientes, além de conhecer as rotas mais adequadas para emergências.

O técnico de enfermagem assume a responsabilidade pelo atendimento direto ao paciente durante o transporte. Este profissional de saúde monitora sinais vitais, administra oxigenoterapia quando necessário e executa procedimentos básicos de estabilização.

Em algumas situações, você pode encontrar um auxiliar de enfermagem nesta função, embora o técnico de enfermagem seja preferencial por sua formação mais abrangente. A configuração desta equipe médica difere das ambulâncias de suporte avançado, que incluem enfermeiro e médico na tripulação.

Necessidade de treinamentos e capacitação

Os profissionais de saúde que atuam em ambulâncias tipo B devem completar cursos específicos de atendimento pré-hospitalar. A capacitação inicial abrange técnicas de imobilização, controle de hemorragias, suporte ventilatório básico e reconhecimento de situações de risco.

Você precisa garantir que sua equipe mantenha certificações atualizadas através de treinamentos periódicos. Os socorristas devem realizar reciclagens regulares para atualizar conhecimentos e praticar procedimentos sob supervisão.

O registro profissional ativo junto aos conselhos competentes é obrigatório. Técnicos e auxiliares de enfermagem necessitam manter sua inscrição regularizada no Conselho Regional de Enfermagem para atuar legalmente no serviço.

Execução dos protocolos de atendimento

Os protocolos de atendimento definem os procedimentos que sua equipe pode realizar durante o transporte. Estes protocolos de atuação são estabelecidos considerando o nível de capacitação dos profissionais e os recursos disponíveis na ambulância tipo B.

Seu técnico de enfermagem deve seguir rigorosamente as diretrizes para avaliação inicial do paciente, incluindo verificação de consciência, respiração e circulação. As intervenções permitidas incluem administração de oxigênio, controle de sangramentos externos, imobilização de fraturas e posicionamento adequado do paciente.

Quando você identifica um paciente grave que necessita suporte avançado, o protocolo exige transferência imediata para uma unidade com médico e enfermeiro. O Conselho Federal de Medicina estabelece que pacientes de alto risco devem ser transportados em ambulâncias com equipe médica completa, não em veículos tipo B.

Tipologia das Ambulâncias e Principais Distinções

O sistema brasileiro classifica as ambulâncias em categorias distintas conforme o nível de atendimento e equipamentos disponíveis. Cada tipo atende necessidades específicas, desde transporte simples até suporte avançado de vida com UTI móvel.

Diferenças entre tipos A, B, C, D e E

A ambulância tipo A destina-se exclusivamente ao transporte de pacientes sem risco de vida. Ela não possui equipamentos de suporte ou emergência, sendo indicada para transferências eletivas entre unidades de saúde.

A ambulância tipo B ou ambulância de suporte básico conta com equipamentos para atendimento a vítimas com risco desconhecido. Sua tripulação inclui motorista e técnico de enfermagem, permitindo intervenções básicas durante o transporte.

A ambulância tipo C é voltada para operações de resgate em locais de difícil acesso. Este veículo possui equipamentos especializados para retirada de vítimas em situações complexas.

A ambulância tipo D oferece suporte avançado e funciona como UTI móvel. Ela conta com médico, enfermeiro e equipamentos avançados como ventilador pulmonar e monitor cardíaco. A ambulância UTI móvel particular segue os mesmos padrões da tipo D.

A ambulância tipo E não existe na classificação oficial brasileira, embora o termo apareça em algumas discussões regionais.

Quando solicitar cada tipo de ambulância

Você deve solicitar ambulância tipo A apenas para transferências programadas de pacientes estáveis. Este tipo não atende emergências.

Chame a ambulância tipo B quando houver suspeita de urgência ou emergência, mas sem confirmação da gravidade. Ela é adequada para quedas, mal-estar súbito ou acidentes leves.

A ambulância tipo C é requisitada por equipes especializadas em resgates. Você não a solicita diretamente em emergências convencionais.

Solicite a ambulância UTI móvel (tipo D) para pacientes graves que necessitam monitoramento intensivo. Situações como infarto, AVC grave ou politraumatismo requerem este nível de suporte avançado de vida. Serviços de ambulância UTI móvel particular também seguem este protocolo.

Legislação e Normas Regulamentadoras

A ambulância tipo B opera sob um conjunto específico de normas federais e estaduais que estabelecem padrões técnicos, requisitos de equipamentos e procedimentos de fiscalização. O Ministério da Saúde, através da Portaria 2048, define as diretrizes principais, enquanto a ANVISA e outros órgãos reguladores determinam aspectos sanitários e de segurança operacional.

Portaria 2048 e regulamentação do Ministério da Saúde

A Portaria 2048/2002 do Ministério da Saúde constitui o principal marco regulatório para ambulâncias tipo B no Brasil. Este documento define a ambulância de suporte básico como veículo destinado ao transporte inter-hospitalar e atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido.

A portaria estabelece os equipamentos obrigatórios que sua ambulância deve possuir, incluindo materiais de imobilização, suporte ventilatório básico e dispositivos de monitoramento. Você deve garantir que o veículo contenha maca articulada, prancha longa, colar cervical em tamanhos variados, oxigênio portátil e equipamentos de aspiração.

Quanto à equipe, a legislação exige no mínimo dois profissionais: um condutor de veículo de emergência e um técnico ou auxiliar de enfermagem. A portaria também determina características específicas da carroceria, sistemas de comunicação e sinalização visual e sonora que sua ambulância precisa atender.

Exigências da ANVISA e demais órgãos reguladores

A ANVISA estabelece normas sanitárias complementares que regulam a limpeza, desinfecção e biossegurança das ambulâncias tipo B. Você precisa seguir protocolos rigorosos de controle de infecção hospitalar e gerenciamento de resíduos de serviços de saúde.

O alvará sanitário é documento obrigatório emitido pela vigilância sanitária municipal ou estadual. Para obtê-lo, sua ambulância passa por inspeção que verifica condições de higiene, armazenamento de medicamentos e procedimentos de limpeza.

Além disso, você necessita do alvará de funcionamento emitido pela prefeitura, que autoriza a operação do serviço. O CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) é obrigatório para ambulâncias que prestam serviços ao SUS ou convênios.

Os órgãos de trânsito também fiscalizam aspectos específicos, como adaptações veiculares e sistemas de segurança. Sua ambulância deve atender às normas de segurança do CONTRAN relacionadas a veículos de emergência.

Documentação necessária e fiscalização

Você deve manter organizada uma série de documentos para comprovar a conformidade legal da sua ambulância tipo B. A documentação inclui licença sanitária atualizada, certificado de vistoria do corpo de bombeiros, ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do responsável técnico e registros de manutenção preventiva e corretiva.

Os profissionais que operam a ambulância precisam apresentar certificação específica: curso de condutor de veículo de emergência para motoristas e registro ativo no conselho profissional para técnicos de enfermagem. Você deve guardar cópias desses documentos no veículo.

A fiscalização ocorre através de inspeções periódicas realizadas pela vigilância sanitária, que verificam equipamentos obrigatórios, condições de higiene e validade de medicamentos. O não cumprimento da legislação brasileira para ambulância tipo B resulta em multas, interdição do veículo ou cassação do alvará de funcionamento.

Mantenha um checklist atualizado dos itens exigidos e realize auditorias internas mensais. A documentação completa e acessível facilita o processo de fiscalização e demonstra seu compromisso com as normas de segurança estabelecidas.

Ambulância Particular, Empresas e Aspectos Operacionais

O mercado de ambulância particular oferece alternativas ao sistema público para empresas e indivíduos que necessitam de transporte médico controlado. Serviços privados incluem desde aluguel de ambulância particular até contratos corporativos com requisitos específicos de conformidade.

Vantagens do serviço privado

Você obtém disponibilidade imediata ao contratar ambulância particular, eliminando filas de espera comuns no sistema público. O atendimento personalizado permite que sua empresa ou família escolha horários específicos para transferências programadas entre hospitais ou deslocamentos para tratamentos regulares.

Empresas de ambulância privadas oferecem veículos em condições mais recentes e equipes dedicadas exclusivamente ao seu atendimento. Em centros urbanos como Curitiba, serviços de ambulância particular Curitiba operam 24 horas com frotas especializadas para diferentes necessidades.

A flexibilidade contratual permite escolher entre chamados pontuais ou contratos mensais, dependendo da frequência de uso. Você recebe documentação completa do transporte, incluindo relatórios médicos detalhados que facilitam continuidade do tratamento.

O tempo de resposta reduzido caracteriza o serviço privado, com equipes posicionadas estrategicamente nas principais regiões metropolitanas. Brasil emergências médicas e outras operadoras mantêm centrais de regulação próprias que coordenam deslocamentos com eficiência superior.

Requisitos para empresas e locação

Empresas de ambulância devem possuir Alvará Sanitário emitido pela Vigilância Sanitária municipal ou estadual para operar legalmente. Você precisa verificar se a prestadora mantém certificado CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) ativo antes de contratar.

Para aluguel de ambulância particular, exige-se que a empresa apresente documentação dos veículos incluindo certificado de vistoria técnica específica. Os profissionais embarcados necessitam registro ativo em seus conselhos de classe e certificação em suporte básico de vida.

Contratos de ambulância para empresas requerem especificação clara sobre composição da equipe, equipamentos disponíveis e área de cobertura geográfica. Você deve solicitar apólice de seguro de responsabilidade civil que cubra pacientes transportados e terceiros.

O valor ambulância UTI móvel completa varia conforme distância, equipamentos adicionais e nível de suporte, diferindo significativamente da ambulância tipo B. Verifique se orçamentos incluem taxas de pernoite, pedágios e eventuais procedimentos realizados durante transporte.

Aplicação em grandes cidades e eventos corporativos

Em metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, ambulância Curitiba e outras capitais, empresas contratam serviços permanentes para atender colaboradores em escritórios corporativos. Você garante cumprimento das normas regulamentadoras de segurança do trabalho mantendo veículo tipo B disponível durante expediente.

Eventos corporativos de médio e grande porte exigem presença de ambulância particular como requisito de segurança estabelecido pelos bombeiros. Convenções, feiras comerciais e competições esportivas empresariais necessitam pelo menos uma unidade tipo B com equipe completa.

Shows, festivais e eventos públicos em estádios requerem múltiplas ambulâncias posicionadas estrategicamente conforme público estimado. Você planeja cobertura médica baseando-se em uma ambulância para cada 5.000 a 10.000 participantes, dependendo do perfil do evento.

Construtoras e obras de grande porte mantêm contratos com empresas de ambulância para atendimento rápido de acidentes trabalhistas. O veículo tipo B posicionado no canteiro reduz tempo-resposta e cumpre exigências de segurança ocupacional estabelecidas pelo Ministério do Trabalho.

Procedimentos de Segurança e Manutenção do Atendimento

A ambulância tipo B exige protocolos específicos para garantir a segurança durante o transporte de pacientes. Os procedimentos abrangem desde a estabilização inicial até o uso adequado de equipamentos e controle de situações críticas como hemorragias.

Estabilização e monitorização do paciente

A estabilização do paciente começa com a avaliação dos sinais vitais e identificação de condições que exigem intervenção imediata. Você deve verificar frequência cardíaca, pressão arterial, frequência respiratória e nível de consciência antes de iniciar o transporte.

O monitoramento contínuo durante o deslocamento permite identificar alterações no quadro clínico. Os equipamentos de monitorização devem permanecer conectados e visíveis para a equipe durante todo o trajeto.

A estabilização de pacientes inclui posicionamento adequado na maca, imobilização quando necessário e fixação de dispositivos médicos. Você precisa garantir que o paciente esteja seguro e confortável, considerando sua condição específica.

O registro de dados vitais deve ocorrer em intervalos regulares. Anote cada verificação para documentar a evolução do quadro clínico e facilitar a transferência de informações à equipe receptora.

Uso correto dos equipamentos

Você deve verificar todos os equipamentos obrigatórios antes de cada atendimento. A checklist inclui cilindros de oxigênio, desfibriladores automáticos, kits de primeiros socorros e equipamentos de proteção individual.

Os desfibriladores automáticos externos requerem manutenção preventiva e calibração periódica.

O treinamento semestral da equipe garante o domínio técnico dos dispositivos disponíveis. Cada profissional precisa conhecer o funcionamento, limitações e indicações de uso de todos os equipamentos presentes na ambulância.

A organização interna facilita o acesso rápido durante emergências. Você deve manter os materiais em locais padronizados e identificados, permitindo que qualquer membro da equipe localize o necessário em segundos.

Controle de hemorragias e administração de oxigenoterapia

O controle de hemorragias exige ação imediata através de compressão direta no local do sangramento. Você deve utilizar gazes estéreis e aplicar pressão constante até a formação do tampão hemostático.

A oxigenoterapia serve para pacientes com insuficiência respiratória ou saturação baixa. Os cilindros de oxigênio devem estar completos e as válvulas funcionando adequadamente, com fluxômetros calibrados para diferentes necessidades.

Fluxos de oxigênio recomendados

  • Cânula nasal: 1 a 6 litros por minuto
  • Máscara simples: 6 a 10 litros por minuto
  • Máscara com reservatório: 10 a 15 litros por minuto

Você precisa monitorar a saturação de oxigênio através do oxímetro de pulso durante toda a administração. Ajuste o fluxo conforme a resposta do paciente e as orientações do protocolo estabelecido.

Os extintores de pó químico devem estar acessíveis e dentro do prazo de validade para garantir segurança em caso de incêndio. Mantenha-os em locais específicos e sinalizados, longe de fontes de calor.

Se o paciente tem plano de saúde, confira antes as condições de cobertura na página sobre ambulância pelo convênio. Para entender a definição técnica e a classificação oficial dos veículos, consulte o verbete ambulância na Wikipédia.

Perguntas frequentes sobre ambulância tipo b

O que é uma ambulância tipo B?

É a unidade de suporte básico de vida, destinada ao transporte inter-hospitalar e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido ou desconhecido, sem necessidade de procedimentos médicos invasivos durante o trajeto.

Qual a diferença entre ambulância tipo A e tipo B?

A tipo A faz apenas transporte simples de pacientes sem risco de vida. A tipo B tem estrutura de suporte básico: oxigênio, aspirador, materiais de imobilização, desfibrilador externo automático e equipe de enfermagem a bordo.

Quem compõe a equipe de uma ambulância tipo B?

No mínimo condutor socorrista e técnico ou auxiliar de enfermagem, ambos com capacitação em atendimento pré-hospitalar. Não há médico embarcado; casos que exigem intervenção médica pedem a unidade tipo D.

A ambulância tipo B pode atender uma emergência?

Pode fazer o atendimento inicial e a estabilização dentro do escopo do suporte básico de vida. Se o quadro exigir procedimento invasivo, medicação de suporte avançado ou ventilação mecânica, é necessária a UTI móvel.

Que normas regulamentam a ambulância tipo B?

A Portaria nº 2.048 do Ministério da Saúde define a classificação e os requisitos mínimos de equipamento e equipe. Somam-se a ela as exigências da Anvisa, da Vigilância Sanitária municipal e as normas técnicas da ABNT.

Ambulância tipo B serve para cobertura de evento?

Sim, é a unidade mais usada em eventos de baixo e médio risco. Para eventos com público grande, atividade de risco ou histórico de ocorrências graves, o dimensionamento pode exigir uma unidade de suporte avançado no local.

Precisa agora? A central da Brasil Emergências Médicas atende 24 horas. Solicite pela página de ambulância particular e receba o orçamento antes do deslocamento da equipe.

Para consultar os critérios oficiais que regem o atendimento pré-hospitalar no Brasil, veja a Portaria GM/MS nº 2.048/2002.

Depoimentos de clientes

Ambulância particular

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Telefone da ambulância

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Gilson Rodrigues de Siqueira, socorrista e fundador da Brasil Emergências Médicas
Gilson Rodrigues de Siqueira

Formado em enfermagem, pós graduado, palestrante em dependência química, diretor e proprietário da Brasil Emergências Médicas, Visão Tattoo e escritor nas horas vagas.