Teste de COVID: valor, como é feito e quando fazer?

Nos dias de hoje, muito tem se falado a respeito do COVID. Afinal de contas, trata-se de uma doença que mudou todos os padrões da sociedade. No entanto, mesmo que essa seja uma pauta que tem ganhado os holofotes, fato é que há algumas pessoas que têm certas dúvidas a respeito do assunto.

Sendo assim, é de grande importância que continue se falando sobre a COVID, uma vez que há uma onda de notícias falsas que disseminam informações. Então, ao mesmo tempo que a internet tem sido um pilar positivo, algumas pessoas a utilizam da forma errada.

Fora isso, há uma série de questões das quais as pessoas ainda têm dúvida. A exemplo, podemos citar o fato de algumas pessoas ainda acharem que o teste de COVID não é tão confiável ou preciso. No entanto, o que acontece é que cada teste é voltado para uma finalidade.

Ou seja, isso quer dizer que o teste covid é mais amplo do que se imagina, e isso é uma coisa que todas as pessoas devem ter conhecimento. Isso quer dizer que o teste rápido covid não é o mesmo que se faz para outras situações, por exemplo.

E é por essa razão que os valores dos testes não são todos os mesmos, pois cada um tem as suas especificidades. Enquanto alguns demoram dias para dar o resultado, outros conseguem fazer isso em poucos minutos.

E tudo isso só ocorre por conta do tipo e do material que se utiliza. Portanto, através desse artigo, iremos responder todas as dúvidas que permeiam esse assunto. Então, se você quer ficar a par de tudo, é só conferir os próximos tópicos. Confira!

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O que é o coronavírus?

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Antes de qualquer coisa, é de grande importância que você entenda sobre todas as questões que se relacionam com esse tema, inclusive sobre o que é o coronavírus. É verdade que esse é o assunto mais falado nos dias de hoje, no entanto, isso não quer dizer que todas as pessoas entendam o que ele é.

O que acontece é a falsa sensação de conhecimento. Não é porque um assunto é muito difundido que isso quer dizer que todas as pessoas entendem do assunto. Mesmo porque há uma série de informações erradas a respeito desse assunto, o que torna a tocar nesse ponto ainda mais importante.

Em suma, o coronavírus é um grupo de vírus de genoma RNA simples, de sentido positivo. Contudo, se tem sabedoria dele desde meados dos anos 1960, o que faz com que o vírus não seja tão novo assim, ao contrário do que alguns pensam.

Inclusive, uma outra informação que é pouco falada a respeito desse assunto é que a grande maioria das pessoas se infecta com o coronavírus. Afinal de contas, o coronavírus é um grupo e, por isso, as variantes que existem são bem grandes

No entanto, o tipo de vírus que é mais comum, são mais brandos. Ou seja, eles causam infecções respiratórias, mas de uma forma moderada e de curta duração. Isso quer dizer que é bem provável que você já tenha sido infectado por um coronavírus, mas ele era a forma mais branda.

Ademais, o vírus que causa a pneumonia atípica grave é um tipo de coronavírus, conhecido por SARS. Entretanto, o responsável pela atual pandemia é o vírus da COVID-19. Então, por mais que se refira a covid como “coronavírus”, saiba que, na verdade, essa nomenclatura engloba uma série de outros vírus.

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Taxonomia do coronavírus

Taxonomia, em resumo, é a disciplina biológica que tende a definir os grupos de organismos com base em características comuns. Então, em relação ao coronavírus, essa é uma informação da qual é importante para aumentar os seus conhecimentos sobre a doença.

De todas as espécies de coronavírus que existem, há apenas seis que causam infecção em humanos. No entanto, nada garante que elas também não possam sofrer mutação, tal como ocorreu com a COVID-19. Mas, os coronavírus que afetam os humanos, são:

  • HCoV-229E;
  • HCoV-NL63;
  • HCoV-OC43;
  • HVoV-HKU1;
  • SARS-CoV e;
  • MERS.

Até os dias de hoje, esse é o grupo de coronavírus que podem afetar os humanos, os quais são um tanto comuns. A grande parte deles não é letal e causa apenas alguns sintomas simples. No caso do HCoV-229E e HCoV-NL63, eles causam infecções leves e moderadas comuns.

E o mesmo acontece com os coronavírus de espécies HCoV-OC43 e HCoV-HKU1. Ou seja, causam apenas infecções leves moderadas comuns. Mas, no que diz respeito ao MERS, ele é o responsável pela Síndrome Respiratória do Médio Oriente.

Contudo, cada espécie pode se dividir em cepas, que é o caso da SARS-CoV, que se divide na SARS e SARS-CoV-2, que é a que causa a doença Covid-19. Ou seja, é um conteúdo um pouco mais extenso, uma vez que engloba outros tipos do mesmo vírus.

Como surgiu o Sars-CoV-2?

Com certeza você já deve ter ouvido falar que essa nova doença surgiu devido ao morcego. Mas será que essa história de fato é verídica? Como já falamos, o grupo do coronavírus é bem variado e, por isso, os estudos devem ser bem precisos.

No entanto, no que tange esse assunto, é válido lembrar que alguns estudos de janeiro de 2020 sugeriram que o SARS-CoV-2 tenha vindo do coronavírus de cobras. Contudo, após algumas discussões, passou-se a questionar se de fato essa era a origem.

Por isso, novos estudos foram feitos e, em janeiro do mesmo ano, houve o entendimento de que, na verdade, o vírus tenha divergido da versão que parasita os morcegos. Mas as coisas não pararam por aí, haja vista que novos estudos continuaram sendo feitos.

Tanto que, posteriormente ao estudo dos morcegos, alguns cientistas cogitaram a versão de que, na verdade, o SARS-CoV-2 tenha vindo da versão que parasita pangolins. Pangolim nada mais é que um animal mamífero que vive na Ásia e África, bem parecido com um tamanduá.

E isso só passou a ser uma possibilidade por possuir material genético 99% igual ao do vírus encontrado neste animal. No entanto, essa hipótese deixou de ganhar força quando se viu que, na verdade, há uma similaridade de apenas 90.3% do DNA comparado ao vírus em humanos.

Ou seja, é uma porcentagem insuficiente, uma vez que o valor para estabelecer algum tipo de vínculo deve ser de 99.8%, entre as mutações. Então, hoje, a tese mais aceita é que, de fato, o SARS-CoV-2 veio do coronavírus do morcego.

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Como começou a pandemia do COVID-19?

Outro assunto bastante pertinente a respeito desse assunto, mas que nem todas as pessoas entendem da forma correta, diz respeito a como se iniciou a pandemia do COVID-19. Em meados de janeiro, a imprensa começou a noticiar casos sobre um “vírus misterioso”.

De início, passou-se a chamar o vírus como “2019-nCoV“, o qual tinha infectado 800 pessoas e já havia mais de 250 mortes na China. Fora isso, ainda se relataram casos no Japão, Tailândia, Coreia do Sul, França e Estados Unidos.

No entanto, todos os casos, de uma forma ou de outra, estavam associados a pessoas que tinham viajado para a China. E, em 20 de janeiro de 2020, a OMS estimou que número de casos estava próximo ao de dois mil.

Contudo, mesmo com esses números, foi apenas em 11 de março de 2020 que o surto foi considerado como uma pandemia. Mas, na época, os casos confirmados a nível mundial ultrapassaram o número de 121 mil, e 120 territórios diferentes.

De todos os casos até então, mais de 80 mil eram só na China, onde havia cerca de 4.300 mortos pela doença. Mas, ao redor do mundo, já se via mais de 1.200 mortes, o que já era um número bem alarmante.

No entanto, houve outros casos de surto decorrente desse mesmo vírus, ainda que de uma outra variante. E é por esse motivo que na época se falava que, apesar de ser um vírus novo, ele já era um pouco conhecido. Nos tópicos abaixo iremos abordar sobre esses surtos.

Surto de 2002/2003 na China

Os primeiros casos da SARS-CoV tiveram início lá em 2002, também na China. No entanto, naquele tempo, o coronavírus foi responsável por outra doença, que é a síndrome respiratória aguda grave. Também é uma doença grave, mas que não se espalhou por todo o mundo.

Na época, o vírus se espalhou de forma rápida para mais de 12 países da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. A doença perdurou até os anos seguintes, em 2004, o que acarretou mais de oito mil pessoas infectadas e cerca de 800 mortes.

Ou seja, foi uma taxa de óbito e infecção bem expressiva e, por isso, esse surto também foi considerado uma epidemia global. Isso quer dizer que desde aquela época já sabia que esse vírus tinha um potencial bem perigoso.

Surto de 2012 no Oriente Médio

Foi em 2012 que foi isolado um outro coronavírus, distinto do SARS-CoV. Ou seja, já foi a primeira variante do mesmo vírus que iniciou aquela epidemia global, lá em 2002. Na época, esse vírus foi encontrado na Arábia Saudita e, depois, em outros países do Oriente Médio, Europa e África.

Contudo, todos os casos que foram identificados fora da Península Arábica, tinham histórico de viagem com pessoas procedentes de países do Oriente Médio. Ou seja, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.

Então, devido a localização dos casos, designou-se a doença como “síndrome respiratória do Oriente Médio”, cuja sigla é MERS. Ou seja, nos dias de hoje, esse vírus é classificado como MERS-CoV, ou coronavírus associado à MERS.

Surto de 2015 na Coreia do Sul

Dessa vez, em 2015, o surto foi em decorrência do MERS, aquele que já era de conhecimento dos cientistas. No caso, esse surto deu início devido a um viajante que tinha retornado de viagem do Oriente Médio.

Na época, o vírus se alastrou para quase 200 pessoas, o que resultou em 36 mortes. Fora isso, mais de 2,7 mil escolas sul-coreanas fecharam, uma vez que, devido ao histórico que essa doença já tinha apresentado, foi uma forma de prevenir.

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Como o mundo combateu o coronavírus em 2003?

Como você pôde notar, no ano de 2003, ocorreu a ameaça global, que levou cerca de nove meses para se combater. É claro que, durante esse tempo, houve várias mortes e pessoas infectadas. Esse surto matou mais de 800 pessoas em 12 países diferentes.

Considera-se a SARS como a primeira doença transmissível do século XXI, mas você já parou para se perguntar como se combateu essa doença? Afinal de contas, se houve alguma vacina ou outro método, por que não se replica nos dias de hoje, para dar fim ao novo coronavírus?

Na época, só se pôde controlar o surto um bom tempo depois. Inclusive, de acordo com os economistas, a SARS foi a responsável por reduzir de 1% a 2% o crescimento econômico na China em 2003, o que foi um impacto já considerável.

No entanto, para que você possa entender melhor esse assunto, é interessante acompanhar todos os movimentos que estavam sendo feitos, a fim de controlar a epidemia. Por isso, no tópico seguinte, iremos mostrar a cronologia dos fatos.

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Cronologia da SARS

Antes da pandemia que vivemos hoje, a SARS já causou um grande impacto na vida de muita gente. É verdade que essa doença não chegou ao Brasil, mas vários outros países foram infectados pelo vírus. Então, se você quer saber como se controlou a disseminação do vírus, é só conferir a cronologia abaixo.

16 de novembro de 2002

O primeiro caso conhecido ocorre na Província de Guangdong, na China. No entanto, só foi possível identificar a doença um bom tempo depois.

11 de fevereiro de 2003

O Ministério da Saúde da República Popular da China informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a ocorrência de uma síndrome respiratória aguda em cerca de 300 pessoas. No entanto, a doença estava espalhada em seis municípios da Província de Guangdong. Fora isso, já havia 5 mortes registradas.

12 de fevereiro

Análises laboratoriais para o vírus da influenza deram negativo. Então, alguns dias depois, atribuiu-se o surto à infecção por um agente do gênero Chlamydia. No entanto, alguns médicos insistem que a causa é, na verdade, viral.

11 de março

A OMS dá apoio técnico e laboratorial ao Ministério da Saúde da República Popular da China, a fim de identificar essa nova doença.

12 de março

Possíveis surtos da doença em Hong Kong, Cantão e Vietnã. Por esse motivo, a OMS lança um alerta mundial a respeito da disseminação dessa doença.

15 de março

É feito um alerta a respeito da crescente contaminação da doença em viagens. Ou seja, notou-se que ele estava se espalhando devido às rotas internacionais. Nesse mesmo dia, a OMS denomina a doença como Severe Acute Respirtory Sydrome (SARS). Além do mais, declara como ameaça de saúde mundial.

17 de março

A OMS cria uma rede de laboratórios em 10 países. Neles, virologistas, médicos e epidemiologistas trabalham de forma conjunta, a fim de compartilhar e discutir tudo a respeito do SARS>

18 de março

Canadá, Alemanha, Província de Taiwan (China), Hong Kong, Tailândia, Vietnã, Singapura e Reino Unido relatam casos de SARS.

19 de março

Dois centros de investigação, sendo um em Hong Kong e outro na Alemanha, identificaram partículas de vírus. Por isso, passou a se creditar fortes indícios de que o SARS era de causa viral, provável que da família Paramyxoviridae.

20 de março

Os primeiros casos da doença são reportados pelos EUA. Em virtude disso, a OMS faz uma segunda rede cooperativa de médicos, a fim de encontrar um diagnóstico e tratar a SARS. Ademais, a rede tem por intuito juntar médicos dos países mais afetados da Ásia, Europa, e América do Norte.

21 de março

Cientistas do Canadá abordam que o agente causador da SARS é um Metapneumovírus, da família Paramyxoviridae. No entanto, até aquele momento, nenhuma certeza é dada. Itália e Irlanda apontam o primeiro caso.

22 de março

O Departamento de Microbiologia da Universidade de Hong Kong anuncia o primeiro teste. Nele, é possível detectar a presença de anticorpos neutralizantes. Fora isso, foi possível isolar o vírus da SARS a partir do tecido pulmonar de dois doentes falecidos.

24 de março

Singapura anuncia medida de quarentena. Nela, todos aqueles que tiveram algum tipo de contato com doentes da SARS, devem ficar em casa por cerca de 10 dias. Nesse mesmo dia, cientistas do CDC passaram a cogitar a hipótese de um novo coronavírus como causa da SARS.

25 de março

Discute-se a possibilidade de a SARS resultar em uma infecção viral mista. 

27 de março

Cientistas da OMS relatam um processo de identificação do agente causador da SARS. Fora isso, recomenda-se novas medidas a fim de evitar a propagação da SARS através de viagens internacionais. 

28 de março

A OMS adiciona duas redes laboratoriais na China, resultando em 13 laboratórios, em 11 países. Fora isso, reconhece-se que os surtos na Ásia têm relação com os casos identificados em Guangdong. Fora isso, algumas companhias aéreas passaram a examinar passageiros internacionais.

Em suma, era uma espécie de entrevista com passageiros, a fim de saber se eles estão com algum dos sintomas da doença.

31 de março

O Departamento de Saúde de Hong Kong ordena medidas de isolamento sem precedentes a fim de evitar o alastro da epidemia.

1 de abril

A Austrália relata o seu primeiro caso.

2 de abril

Há suspeitas de haver transmissão ambiental do SARS, ou seja, características únicas e mais graves. Por isso, a OMS faz um alerta, o qual aconselha que todas as viagens não essenciais sejam adiadas. Além do mais, esse foi o alerta mais rigoroso em termos de viagem pela OMS nos últimos 55 anos.

4 de abril

Inicia-se o registro eletrônico diário de casos e mortes por cada província, na China.

10 de abril

Em Hong Kong, as autoridades anunciaram que todos que tiveram contato com infectados pela SARS devem ficar em casa por 10 dias. Fez-se isso a fim de facilitar a detecção e o tratamento dos casos de SARS. Fora isso, há uma preocupação em reduzir a transmissão.

11 de abril

África do Sul relata o primeiro caso e, a partir desse dia, a SARS passa a estar presente em quatro continentes.

14 de abril

Cientistas do Canadá completam a caracterização do genoma do vírus da SARS. Ademais, foi nesse dia que desenvolveu o teste de biologia molecular, o famoso exame PCR. No entanto, esse teste PCR é dez vezes mais sensível que o anterior. Fora isso, nesse mesmo dia, Indonésia, Filipinas e Suécia apontam os seus primeiros casos da doença.

16 de abril

Esse foi o dia em que se teve a certeza do agente causador da SARS: o novo vírus da família dos coronavírus. Por esse motivo, ele passou a ser chamado de SARS-CoV, o qual nunca tinha sido achado em humanos ou animais.

O primeiro cientista da OMS a alertar sobre a existência da SARS foi o Dr. Carlo Urbani, o qual veio a óbito dessa mesma doença, em março de 2003.

17 de abril

Austrália e Mongólia reportam os seus primeiros casos.

22 de abril

Províncias da China como Guangxi, Gansu e Mongólia Interior têm os seus primeiros casos de SARS.

23 de abril

De novo, a OMS aconselha que viagens não essenciais para as Províncias de Beijing e Shanxi sejam adiadas. Fora isso, o mesmo ocorre para viagens com destino a Toronto, no Canadá. Isso acontece devido ao fato de esses dois locais serem os mais afetados pela epidemia.

25 de abril

Os surtos epidêmicos em Hanoi, Hong Kong, Singapura e Toronto mostram sinais de pico. 

28 de abril

O primeiro país a controlar a epidemia, o Vietnã, é removido da lista de áreas com transmissão local recente. Isso acontecia apenas em locais em que se passasse 20 dias desde o último caso adquirido no local, sem nenhuma outra nova contaminação. O número de casos de SARS ultrapassa os 5.000.

30 de abril

Como não havia evidências de novos casos em Toronto, a OMS retira o conselho de adiar viagens não essenciais. 

6 de maio

É o dia em que se descobre que o SARS já atingiu o seu pico, uma vez que o número de casos por dia passaram a diminuir, de forma estável.

8 de maio

As recomendações em termos de adiamento de viagens não essenciais se estendem para Tianjin, Mongólia Interior e Taipei (Taiwan), China.

14 de maio

Toronto é removido da lista de áreas com recente transmissão local. 

17 de maio 

As recomendações em termos de adiamento de viagens não essenciais são estendidas, também, para a Província de Hebei, na China. 

21 de maio

São liberadas as viagens não essenciais para toda a Província de Taiwan.

23 de maio

O mesmo acontece em viagens para Hong Kong e Guangdong. Ademais, a equipe de pesquisa em Hong Kong anuncia a presença de um vírus semelhante ao que causa a SARS em dois animais selvagens.

26 de maio

Toronto volta a fazer parte da lista de áreas com recente transmissão local. 

31 de maio

Singapura é removida da lista de áreas com recente transmissão local.

13 de junho

A OMS libera viagens para Hebei, Mongólia Interior, Shanxi e Tianjin, todas Províncias da China. Fora isso, nesse mesmo dia, remove-se da lista de áreas com recente transmissão local: Hebei, Hubei, Mongólia Interior, Jilin, Jiangsu, Shanxi e Tianjin.

23 de junho

Hong Kong é removido da lista de áreas com recente transmissão local. 

24 de junho

É liberado viagens não essenciais para Beijing, que era a última área da qual precisava. Fora isso, Beijing e Toronto foram removidas da lista de áreas com recentes transmissões local.

2 de julho

Taiwan, que era a última área com transmissão local recente, é removida da lista. No entanto, vale ressaltar que ela só foi a última porque as medidas de controle no início foram insuficientes. Ou seja, facilitou com que o surto epidêmico fosse maior. Nesse mesmo dia, a OMS declara que se controlou o SARS em todo o mundo.

Por que não desenvolveram vacina para o SARS-CoV-1?

Já falamos que o COVID é uma variante do SARS-CoV-1, o qual foi responsável por levar a óbito a vida de várias pessoas. No entanto, através do cronograma que mostramos acima, você deve ter percebido que em momento algum foi citado a produção de vacina. Mas por quê?

Nos dias de hoje, temos o teste rápido Covid e até vacina. É verdade que a vacina foi feita em tempo recorde. Mas, se você parar e analisar, chega-se à conclusão de que essa vacina já poderia existir há um certo tempo, desde quando houve a epidemia.

É verdade que, como o vírus sofreu mutação, possivelmente as pessoas ainda iriam ser infectadas pela Covid. No entanto, fato é que essa vacina iria servir para ao menos amenizar o caso das doenças. Evitando, assim, o número de mortes que se tem hoje.

No entanto, durante toda e epidemia do SARS-CoV-1, havia uma grande demanda para saber quando a vacina para combater o vírus iria ficar pronta. Inclusive, inúmeros cientistas na Ásia, Estados Unidos e na própria Europa passaram a trabalhar nesse projeto.

Ademais, foram feitos vários protótipos, sendo que alguns deles já estavam prontos para usar em testes clínicos, por exemplo. Contudo, o processo de criar uma vacina pode ser um pouco demorado, às vezes. Então, quando os testes iam começar a ser feitos, controlou-se a epidemia. 

É claro que esse é um ponto positivo, uma vez que o número de infecção diminuiu drasticamente. No entanto, devido a esse fato, os estudos sobre a vacina ficaram de lado, uma vez que se achou que esse vírus já havia sido exterminado.

Por que não desenvolveram vacina após o surto de 2012?

Assim que foi possível controlar a epidemia em 2003, os estudos sobre a vacina ficaram de lado, já que se achava que o vírus não iria mais voltar a atacar a população. Contudo, anos depois, em 2012, apareceu um outro coronavírus, que também era perigoso.

Na época, ele era chamado de MERS-CoV. Em suma, ele também causava doenças respiratórias, a qual se originou em camelos e se espalhou para os seres humanos. Na época, voltou-se a falar sobre a importância de uma vacina para combater o vírus.

Afinal de contas, o MERS-CoV é uma variação da doença viral que acometeu a China. Ou seja, havia claros indícios de que isso poderia voltar a acontecer, alguns anos depois. E é justamente isso que se vive nos dias de hoje, uma nova epidemia.

Até houve tentativas de fazer uma vacina, inclusive uma equipe de cientistas se reuniu para trabalhar nesse projeto, em 2016, a qual chegou a ficar pronta. No entanto, ao encaminhar para o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, não havia interesse.

Ou seja, não foi possível obter qualquer tipo de financiamento para custear o projeto, mesmo com várias tentativas. E isso aconteceu porque a doença, apesar de virulenta, se confinou quase que por inteiro do Oriente Médio, além de ter sido menos letal.

Então, isso dá indícios para acreditar que, de fato, era para estarmos um pouco mais preparados em relação ao COVID. Mas, como houve certa negligência, a doença acabou se alastrando da maneira que se vê nos noticiários todos os dias.

A vacina para outros tipos de coronavírus seria eficiente?

É verdade que o tipo de coronavírus que infectava humanos era diferente do que circula nos dias de hoje. E isso faz algumas pessoas se perguntarem se a vacina seria eficiente, mesmo que o vírus tenha se modificado.

Contudo, de acordo com os especialistas, caso a vacina estivesse pronta, haveria sim um progresso mais rápido no desenvolvimento de outra. Ademais, se a população já estivesse vacinada contra o coronavírus antigo, o sistema imunológico estaria um pouco mais preparado.

Ou seja, mesmo que uma pessoa se infectasse pela COVID, haveria grandes chances de os sintomas serem mais amenos. Não é à toa que vários cientistas afirmam que a preparação para a pandemia do COVID deveria ter se iniciado lá em 2002/2003, após o surto de SARS.

Não há como negar que o novo coronavírus é um “primo próximo” do vírus que causou a SARS. Inclusive, de acordo com alguns estudos, eles são, geneticamente, 80% parecidos. Então, seria muito mais fácil de adaptar para uma nova variação, tal como acontece com a influenza.

Ainda que os vírus não sejam exatamente os mesmos, eles pertencem à mesma classe. Então, já se saberia como as vacinas iriam se comportar, além de ter uma certeza maior sobre a segurança das vacinas em humanos.

Como são os testes COVID 19?

Após toda essa explicação a respeito do assunto, com certeza você está muito mais informado em relação a esse vírus. No entanto, uma outra coisa que não podemos deixar de falar é a respeito dos testes de COVID.

Muito se fala do teste rápido covid, por exemplo. No entanto, apesar de ser uma ótima forma de saber se o paciente de fato está infectado pelo vírus, ele possui algumas limitações. Então, em alguns casos, há uma necessidade de optar por um outro tipo.

Há aqueles testes de covid para viagem internacional ou aqueles que se usam do swab, também. E cada um possui as suas especificidades. Sendo assim, é importante que você entenda um pouco mais sobre cada um deles. Falaremos mais a respeito dessas questões nos tópicos abaixo.

Teste PCR Covid

O PCR Covid é, provavelmente, o mais conhecido. E isso acontece porque é o teste de Covid farmácia, ou seja, é o mais comum nas farmácias. Em suma, o PCR nada mais é que a coleta de amostras através do trato respiratório inferior ou superior.

Então, para que esse teste possa ser feito, o enfermeiro precisa ter o auxílio de um cotonete nas narinas, que se chama swab. No entanto, trata-se de um equipamento estéril e longo, para que se possa coletar as amostras.

Ademais, é preciso coletar amostras na região da faringe, que fica na garganta, logo atrás do nariz e da boca. Trata-se de um teste bem sensível, mas, em alguns casos, pode-se necessitar de uma outra técnica, a broncoalveolar.

Ou seja, é quando a amostra é coletada dos pulmões e, nesses casos, o resultado pode demorar até 30 horas, mas é um pouco raro este exame ser solicitado. Então, ainda que seja conhecido por ser teste covid farmácia, ele pode ser um pouco mais complexo.

Ademais, não podemos deixar de falar que o teste de farmácia covid é confiável, mas desde que seja feito da forma correta.

Teste rápido Covid

A primeira coisa que as pessoas pensam é se o teste rápido covid é confiável, e a resposta é sim. No entanto, para que ele seja ainda mais preciso, é de grande importância que o paciente faça o teste entre o 1° e 7° dia de contágio.

Do contrário, caso tenha passado mais tempo, o teste pode ser impreciso e, por essa razão, indica-se optar por um outro teste. O teste Covid antígeno é bem parecido com o método anterior. Ou seja, também é preciso do swab.

A sua eficácia é 97,6% caso seja feito no tempo estipulado. E o melhor a respeito desse assunto é que o resultado teste Covid sai em até 15 minutos, o qual só é possível porque ele detecta a proteína do núcleo capsídeo viral do SARS-CoV-2 em sua fase ativa.

Então, o teste antígeno covid é sim confiável, mas desde que se faça dentro do período estabelecido. Do contrário, ele pode não ser tão eficaz.

RT-PCR Express

Quer fazer o teste covid para viajar? Então com certeza esse é o exame mais recomendado, e você já deve imaginar o motivo por conta do nome. Ele também não é tão diferente dos demais, uma vez que também é feito através do swab.

No entanto, a grande diferença está nos equipamentos que se usa, já que são mais sensíveis e, por essa razão, tendem a dar o resultado mais rápido. Contudo, você precisa saber com quantos dias de sintomas pode fazer o teste da covid express, que é entre o 3° e 7°.

Fora isso, para que a amostra seja coletada, é preciso inserir o cotonete na região nasal. Além do mais, esse é o principal exame para diagnóstico da fase aguda da doença.

Sorologia

Esse é o teste de sangue Covid, o qual é feito por várias farmácias e postos de saúde, mas nem todas têm esse exame. Então, é preciso pesquisar qual farmácia que faz teste de covid sorológico. Em suma, esse exame tende a diagnosticar através da detecção de anticorpos.

Como o intuito é provocar a resposta imunológica, isso indica se uma pessoa já teve contato com o antígeno ou se está em algum estágio específico da infecção, por exemplo. No entanto, enquanto alguns demoram 10 horas para sair o resultado, outros saem em poucos minutos.

Mas, para que se possa fazer esse exame, é preciso extrair o sangue do paciente com uma agulha e, depois, coloca-se o sangue em um frasco, o qual deve ser esterilizado. Entretanto, o teste sorológico deve ser feito a partir do 14° dia ou, do contrário, pode dar um falso negativo.

Teste swab covid

O teste molecular Covid também não foge muito dos padrões que você já deve conhecer. Ou seja, para que ele seja feito, é preciso ter o auxílio do swab. Nesse tipo, o enfermeiro precisa inserir o cotonete no fundo do nariz para retirar a amostra.

No entanto, ele pode se ramificar em duas partes. A versão convencional tem o prazo para o resultado de pelo menos 24 horas. Em contrapartida, se você optar pela Point Of Care Testing (POCT), o resultado sai em poucas horas.

Como ler o resultado do teste de Covid?

Agora que você já entende melhor sobre os tipos de testes, com certeza deve querer saber como ler o resultado. Afinal de contas, como você vai saber se o teste positivo covid de fato procede? No entanto, como você pôde notar, há mais de um tipo de resultado.

Sendo assim, para que você saiba ler o resultado de cada um, é de suma importância que falemos sobre os tipos de forma isolada. E é o que iremos fazer nos próximos tópicos.

Como ler o resultado do teste de antígeno covid?

O teste de antígeno é aquele em que é preciso colher a amostra do nariz e garganta. Então, a primeira coisa que você deve fazer é esperar o tempo do reagente, que varia de acordo com cada método escolhido.

Feito isso, caso a fita apresentar um risco no campo “T”, quer dizer que o resultado foi positivo, mesmo que o risco seja mais suave, ou quase apagando. Ademais, isso ainda pode indicar que o paciente ainda está com uma infecção ativa.

Em contrapartida, se o risco aparecer no campo “C”, é sinal de que o resultado para teste de Covid é negativo. Mas, se não aparecer risco em nenhuma das letras, considera-se como teste inválido e, por isso, é preciso refazer.

Como ler o resultado do teste de anticorpo?

O teste de anticorpo é aquele que precisa coletar uma gota de sangue do dedo e que, depois, é transportado para um pequeno aparelho de plástico junto com um solvente. Para tal, é preciso aguardar o tempo do reagente.

Feito isso, se a fita ficar com um risco para anticorpos IgG (G) e/ou IgM (M), é sinal de que a pessoa tem anticorpos para a COVID-19, mesmo que seja suave. No entanto, diferente do anterior, isso não quer dizer que a pessoa ainda esteja infectada.

Quer dizer apenas que ela já teve contato com o vírus e, por isso, tem os anticorpos, os quais são produzidos ao longo dos dias ou semanas depois de a pessoa ter sido infectada. Contudo, esse teste não serve para identificar se a pessoa desenvolveu imunidade depois da vacina.

Até existe sim uma forma de averiguar o número de anticorpos que uma pessoa tem após a vacina. Mas, para fazer isso, é preciso de um outro teste, mais específico. Iremos falar sobre ele no tópico seguinte.

Como medir o número de anticorpos após a vacinação?

Muito se fala que determinada vacina é mais eficiente que outra, o que até é verdade, uma vez que cada estudo aponta uma porcentagem diferente. No entanto, todas elas são eficazes para prevenir a COVID-19, e isso é uma coisa da qual você não deve duvidar.

Contudo, é possível que você tenha a curiosidade de saber a quantidade de anticorpos que você desenvolveu após a vacina. Para isso, é preciso recorrer ao teste de anticorpos neutralizantes, que é um exame aprovado tanto pela Anvisa quanto pela Dasa.

Ou seja, ele é confiável. Em suma, o anticorpo pode bloquear a entrada de um vírus na célula. Então, quanto maior o número, melhor. Mas, antes de nos aprofundarmos sobre essa questão, não podemos deixar de falar que, independentemente da quantidade de anticorpos, é de grande importância manter todos os cuidados como uso de máscaras e distanciamento social.

Fora isso, como é um exame para contabilizar a quantidade de anticorpos, o ideal é que a pessoa procure fazê-lo apenas depois que tomar a segunda ou terceira dose, para que o resultado seja o mais preciso possível. 

Anticorpos neutralizantes

Esse é o nome do exame que mede o nível de anticorpos de uma pessoa para a COVID-19. No entanto, a grande questão a respeito desse assunto é que, até os dias de hoje, não se sabe com exatidão qual é o nível apropriado para que a pessoa não adoeça.

É claro que quanto maior, mais protegido você está. Mas, como ainda não se sabe qual é a quantidade ideal, não deixe nunca de ficar sem cumprir com os requisitos básicos de segurança, como usar máscara, álcool em gel e, se possível, manter-se em casa.

Para fazer esse exame, é preciso coletar um pouco do sangue do paciente e, em seguida, esse sangue é enviado para um laboratório, onde será feito a análise. Para tal, usa-se um reagente, que tem por intuito imitar a estrutura do receptor do vírus.

Ou seja, isso serve para forçar a resposta imunológica e averiguar se há alguma presença de anticorpos neutralizantes. Caso sim, faz-se uma análise da quantidade. É verdade que é um exame um tanto quanto simples, mas é capaz de lhe deixar um pouco mais tranquilo.

Quanto custa um teste de Covid?

Muitas pessoas querem saber quanto custa teste Covid, o que é uma dúvida super comum. No entanto, como já mostramos neste artigo, há mais de um tipo. Então, o valor do teste de covid vai variar de acordo com o tipo que você escolher.

Ou seja, isso quer dizer que, para saber quanto custa o teste de covid, é preciso considerar essas variantes. Mas, na Exames Domiciliar, o preço teste covid são os seguintes:

  • Teste rápido-antígeno Swab (cotonete), por 129,90 com resultado na hora e o laudo para impressão em até 1 hora;
  • Teste rápido-antígeno, para viagem por 170,00 com resultado em até 3 horas, a partir da chegada no laboratório;
  • RT- PCR Express, por 360,00, com resultado em até 12 horas, a partir da chegada da amostra no laboratório. Coletada por cotonete;
  • RT- PCR, por 270,00 com resultado em até 30 horas úteis a partir da chegada da amostra no laboratório. Coletada por cotonete;
  • Sorologia (IGg/IGm), por 180,00 com resultado em até 10 horas. Coletada pelo sangue;
  • Anticorpos neutralizantes (Pós Vacina), por 249,00 com resultado em até 10 horas. Coletada pelo sangue.

Esses são os testes COVID preço na Exames Domiciliar. No entanto, há outras opções para fazer os exames e, por isso, os valores podem ser diferentes. A exemplo, podemos citar a Pague Menos teste COVID.

Por que fazer teste de COVID na Exames Domiciliar?

Porque, além de resultados seguros e confiáveis, oferecemos muito mais comodidade para fazer os testes, uma vez que vamos até você. Dessa forma, você pode optar pela data e horário que lhe é mais conveniente.

Dessa forma, acaba sendo uma ótima opção para idosos, gestantes ou pessoas que têm algum tipo de dificuldade de locomoção, por exemplo. Fora isso, é uma ótima forma de economizar tempo na sua agenda, já que evita trânsito ou qualquer outro tipo de transtorno.

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