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Em situações de emergência médica, saber como entrar em contato com uma ambulância pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte. No Brasil, o número principal para acionar o serviço de atendimento móvel de urgência é o 192, que conecta você ao número da ambulância e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, de forma totalmente gratuita. Além do serviço público, você também pode contar com ambulância particular para atendimentos específicos ou quando precisar de recursos adicionais.


Conhecer os diferentes tipos de serviços de ambulância disponíveis, entender quando acionar cada um deles e saber como fazer o contato correto são informações essenciais que todos deveriam ter. O telefone da ambulância deve estar sempre acessível, seja salvo no seu celular ou anotado em local visível, especialmente se você tem idosos ou pessoas com condições médicas especiais em casa.
Este guia completo vai mostrar não apenas os números de contato para ambulância, mas também como proceder durante uma emergência médica, quais situações realmente exigem chamar ambulância, os diferentes níveis de atendimento disponíveis e seus direitos como paciente. Você vai conhecer desde os serviços básicos até opções como UTI móvel particular, ambulância para eventos e aluguel de ambulância, com foco especial nos serviços oferecidos pela Brasil Emergências Médicas.


No Brasil, você tem acesso a diferentes números de emergência para solicitar ambulância, sendo o 192 o principal contato para serviços públicos gratuitos através do SAMU. Além disso, existem opções de ambulâncias particulares com números específicos como 0800 727 8047, cada um adequado para situações distintas.

O SAMU 192 representa o serviço público gratuito de atendimento móvel de urgência, funcionando 24 horas por dia durante toda a semana. Você não paga nada ao acionar este serviço, que é mantido pelo Sistema Único de Saúde.
As ambulâncias particulares operam através de números específicos como 0800 727 8047 e cobram pelos serviços prestados. Você pode contratar esses serviços para remoções programadas, transferências entre hospitais ou situações que não configuram emergência real.
A principal diferença está na priorização do atendimento. O serviço público atende casos de urgência e emergência conforme avaliação da central de regulação, enquanto serviços particulares respondem diretamente aos seus chamados mediante pagamento.
Você deve ligar para o 192 (SAMU) em situações de emergência médica real, como paradas cardíacas, acidentes graves, dificuldade respiratória severa ou perda de consciência. Este telefone de emergência conecta você diretamente à central que avalia a gravidade do caso.
O 193 aciona o Corpo de Bombeiros e também pode enviar socorro médico em situações que envolvam resgates ou acidentes. O 190 conecta à Polícia Militar para emergências que requerem segurança pública.
Para chamar ambulância particular, você utiliza números como 0800 727 8047 ou contatos específicos de empresas locais, incluindo serviços em cidades como ambulância particular Curitiba. Esses números funcionam para transferências hospitalares programadas, transporte de pacientes estáveis ou quando você prefere atendimento privado.
A central de regulação funciona como o cérebro dos serviços de emergência, recebendo todas as chamadas do 192 e avaliando a real necessidade de envio de ambulância. Profissionais capacitados classificam a urgência do seu caso através das informações que você fornece.
Essa triagem permite que os recursos sejam direcionados prioritariamente para situações críticas que realmente necessitam de atendimento imediato. Você pode receber orientações médicas por telefone enquanto aguarda ou até resolver o problema sem necessidade de deslocamento.
A central coordena as equipes disponíveis, escolhendo a ambulância mais próxima e adequada para seu caso. Este sistema otimiza o tempo de resposta e garante que você receba o tipo correto de atendimento conforme a gravidade da situação apresentada.


Ao acionar o serviço de ambulância, você precisa fornecer informações precisas e seguir procedimentos específicos para garantir que o atendimento móvel de urgência chegue rapidamente. A regulação médica utiliza os dados que você fornece para determinar o tipo de equipe médica e recursos necessários para cada situação.
Quando ligar para o telefone da ambulância, prepare-se para informar seu endereço completo com pontos de referência. Inclua rua, número, bairro, cidade e qualquer detalhe que facilite a localização, como nome de estabelecimentos próximos ou cor da casa.
Descreva o estado da vítima de forma objetiva. Informe se a pessoa está consciente, respirando normalmente, sangrando ou apresentando dor intensa. Mencione também a idade aproximada e se há condições médicas pré-existentes conhecidas.
O atendente da regulação médica pode fazer perguntas específicas sobre sinais vitais e sintomas. Responda com clareza e evite minimizar ou exagerar a gravidade da situação, pois essas informações determinam o tipo de atendimento pré-hospitalar a ser enviado.
Mantenha-se disponível no telefone de emergência até que o atendente confirme que recebeu todas as informações necessárias. Não desligue antes de receber orientações ou autorização.
Disque 192 para acionar o SAMU e aguarde o atendimento da central de regulação. Mantenha a calma e fale de forma clara, mesmo em situações de estresse.
Identifique-se brevemente e vá direto ao ponto principal: o endereço da emergência e o motivo da chamada. O atendente precisa dessas informações primeiro para iniciar o despacho da ambulância.
Siga as instruções do socorrista ou profissional de enfermagem que atende sua ligação. Eles podem orientá-lo sobre primeiros socorros básicos enquanto a equipe médica se desloca até o local.
Não desligue até receber confirmação e orientações finais.
A regulação médica realiza uma triagem telefônica para classificar a urgência do atendimento. Os médicos e equipe de regulação determinam se o caso exige ambulância com suporte avançado de vida, suporte básico ou orientações por telefone.
O sistema de triagem avalia critérios como risco de morte iminente, gravidade dos sintomas e necessidade de intervenção médica imediata. Casos com risco de vida têm prioridade absoluta no despacho das equipes.
Dependendo da avaliação, você pode receber uma ambulância com condutor socorrista e técnico de enfermagem ou uma unidade mais equipada com médicos. A composição da equipe varia conforme a complexidade identificada durante a triagem.
Em algumas situações, a regulação médica pode orientá-lo a buscar atendimento por meios próprios em unidades de pronto atendimento. Isso ocorre quando não há risco imediato e outros recursos do atendimento móvel de urgência estão sendo direcionados para emergências mais graves.
Certas condições médicas e traumáticas demandam acionamento imediato do serviço de emergência pelo número 192 (SAMU) ou serviços particulares. Reconhecer rapidamente essas situações pode fazer a diferença entre a vida e a morte.
Parada cardíaca e parada cardiorrespiratória representam as situações mais críticas. Quando alguém perde a consciência repentinamente e não responde a estímulos, você deve acionar a ambulância imediatamente.
Infarto manifesta-se por dor intensa no peito, que pode irradiar para o braço esquerdo, mandíbula ou costas. Falta de ar grave, sudorese fria e sensação de morte iminente também indicam necessidade de atendimento urgente.
AVC (Acidente Vascular Cerebral) exige reconhecimento rápido. Observe se a pessoa apresenta paralisia facial, dificuldade para falar, perda de força em um lado do corpo ou alteração súbita da visão.
Acidentes de trânsito e outras emergências médicas traumáticas requerem avaliação profissional. Fraturas expostas, com osso visível através da pele, necessitam transporte adequado para evitar complicações. Queimaduras graves que afetam grandes áreas do corpo, atingem o rosto ou causam formação de bolhas extensas também exigem ambulância.
Crises convulsivas prolongadas (acima de 5 minutos) ou convulsões repetidas sem recuperação da consciência entre elas configuram emergência real.
Intoxicação por medicamentos, produtos de limpeza ou produtos perigosos exige atenção imediata. Você deve chamar a ambulância se a pessoa apresentar confusão mental, sonolência extrema ou perda de consciência após exposição a substâncias tóxicas.
Overdose de drogas ou álcool representa risco de vida quando causa alteração do nível de consciência, respiração lenta ou irregular, e convulsões. A equipe médica possui equipamentos específicos e medicações antagonistas para reverter quadros graves.
Afogamento requer suporte especializado mesmo quando a vítima parece recuperada. Complicações respiratórias podem surgir horas depois do evento. Choque elétrico de alta voltagem pode causar danos cardíacos e queimaduras profundas invisíveis externamente.
Engasgo com obstrução completa das vias aéreas, onde a pessoa não consegue tossir ou falar, configura emergência absoluta. Queda de altura superior a própria estatura da pessoa, especialmente em idosos, justifica avaliação por possíveis lesões internas.
Urgências psiquiátricas incluem tentativas de suicídio, comportamento agressivo com risco para si ou terceiros, e surtos psicóticos graves. Você não deve tentar conter a pessoa sozinho nessas situações.
Crises de pânico intensas com sintomas físicos severos podem requerer avaliação médica para descartar causas orgânicas. Estados de confusão mental súbita em pessoas sem histórico psiquiátrico frequentemente indicam problemas clínicos subjacentes.
Desastres naturais e acidentes com múltiplas vítimas exigem coordenação do sistema de emergência. O SAMU possui protocolos específicos para gerenciar essas ocorrências em larga escala.
Sangramentos que não cessam após 10 minutos de pressão direta, vômitos persistentes com sangue, e dor abdominal intensa súbita também justificam chamado de ambulância. Gestantes com sangramento vaginal intenso ou dor abdominal severa necessitam transporte especializado.
No Brasil, as ambulâncias são classificadas em diferentes categorias (A, B, C, D e E) conforme os equipamentos, a equipe profissional e o nível de complexidade do atendimento que oferecem. Essa classificação determina desde o transporte básico de pacientes até o suporte avançado de vida com UTI móvel.
Ambulância Tipo A realiza apenas o transporte de pacientes sem risco de morte. Ela não possui equipamentos de suporte à vida e é tripulada por motorista e técnico de enfermagem.
Ambulância Tipo B oferece suporte básico de vida para atendimento pré-hospitalar. Conta com oxigênio, prancha, colar cervical e desfibrilador, além de técnico ou auxiliar de enfermagem.
A ambulância Tipo D funciona como UTI móvel particular ou pública, equipada para suporte avançado de vida. Possui ventilador pulmonar, monitor cardíaco, bomba de infusão e medicamentos de emergência. A equipe obrigatória inclui médico e enfermeiro.
Ambulância Tipo C atende emergências com suporte básico, sendo conhecida como ambulância de resgate. Possui equipamentos de desencarceramento, salvamento e combate a incêndio, tripulada por três profissionais de nível técnico.
A escolha entre ambulância pública e ambulância particular depende da urgência e disponibilidade, sendo que transferência hospitalar e remoção de pacientes entre hospitais geralmente utilizam veículos Tipo A ou D.
A ambulância com UTI (Tipo D) representa o mais alto nível de atendimento pré-hospitalar móvel. Ela funciona como uma unidade de terapia intensiva completa sobre rodas.
Este tipo de transporte médico é essencial para transferência inter-hospitalar de pacientes críticos. A UTI móvel particular oferece disponibilidade imediata, enquanto a versão pública atende pelo sistema de regulação.
Os equipamentos incluem respirador mecânico, cardioversor, oxímetro, capnógrafo e arsenal completo de medicações. A presença obrigatória de médico e enfermeiro garante intervenções complexas durante o transporte de pacientes graves.
Pacientes em ventilação mecânica, pós-operatório complexo, infarto agudo ou AVC grave necessitam deste nível de cuidado. A ambulância UTI móvel mantém monitoramento contínuo e capacidade de resposta imediata a intercorrências.
Motolância (Tipo E) atende emergências em áreas de trânsito congestionado. Possui equipamentos básicos de suporte à vida e é tripulada por condutor habilitado e técnico de enfermagem.
O serviço aeromédico utiliza helicópteros ou aviões para transporte de paciente em longas distâncias ou locais inacessíveis. Aeronaves médicas possuem equipamentos equivalentes à UTI móvel, com médico e enfermeiro a bordo.
Ambulâncias para eventos são classificadas como Tipo B ou D, dependendo do porte e risco da atividade. Shows, competições esportivas e grandes concentrações exigem unidades de prontidão no local.
Eventos de pequeno porte utilizam ambulância para eventos básica, enquanto situações de maior risco demandam ambulância de resgate ou UTI móvel. A legislação define a quantidade e tipo conforme o número de participantes e características da atividade.
O atendimento móvel de urgência depende de profissionais capacitados e equipamentos especializados que trabalham de forma integrada. A estrutura inclui médicos, enfermeiros e socorristas treinados, além de tecnologias avançadas como desfibriladores e monitores cardíacos para garantir suporte adequado às vítimas.
A equipe que atende você nas ambulâncias é composta por diferentes profissionais qualificados. Médicos são responsáveis pela tomada de decisões clínicas complexas e procedimentos avançados, especialmente em ambulâncias de suporte avançado (UTIs móveis).
Enfermeiros e técnicos em enfermagem realizam a avaliação inicial dos sinais vitais, administram medicamentos e auxiliam nos procedimentos médicos. Eles mantêm contato direto com a Central de Regulação para definir o encaminhamento adequado.
Os socorristas são treinados para estabilizar pacientes, realizar imobilizações e executar manobras básicas de suporte à vida. A equipe médica trabalha de forma coordenada, com cada profissional executando funções específicas conforme protocolos estabelecidos.
Todos os membros passam por capacitação contínua em atendimento pré-hospitalar. A responsabilidade técnica e supervisão médica são obrigatórias conforme resoluções do Conselho Federal de Medicina.
As ambulâncias são equipadas com tecnologias essenciais para salvar vidas. O monitor cardíaco permite acompanhar continuamente a frequência cardíaca, pressão arterial e outros parâmetros vitais durante o transporte.
O desfibrilador é fundamental para reverter paradas cardíacas através de choques elétricos controlados. Cilindros de oxigênio garantem suporte respiratório adequado para pacientes com dificuldades de ventilação.
Equipamentos de imobilização incluem colares cervicais, talas e pranchas longas para estabilizar fraturas e lesões na coluna. Kits de via aérea contêm dispositivos para intubação e ventilação mecânica.
Medicamentos de emergência, seringas, soros e materiais estéreis completam o arsenal disponível. Ambulâncias de suporte avançado possuem recursos mais completos que as de suporte básico.
Os primeiros socorros aplicados no local do incidente seguem protocolos rigorosos. A equipe realiza avaliação primária verificando vias aéreas, respiração e circulação antes de qualquer intervenção.
A RCP (reanimação cardiopulmonar) é iniciada imediatamente em casos de parada cardiorrespiratória. As compressões torácicas são combinadas com ventilações artificiais seguindo proporções específicas.
O controle de hemorragias é feito através de compressão direta e curativos adequados. A imobilização de fraturas e lesões espinhais previne complicações durante o transporte.
O atendimento médico de emergência inclui administração de medicamentos como analgésicos, antialérgicos e medicações cardíacas conforme necessário. A equipe mantém comunicação constante com a Central de Regulação relatando o estado do paciente e recebendo orientações sobre o hospital de destino apropriado.
O transporte em ambulância no Brasil é regulamentado por legislação específica que define responsabilidades dos serviços públicos e privados, enquanto a Política Nacional de Atenção às Urgências estabelece diretrizes para o atendimento de emergência. Diferentes instituições como bombeiros e polícia participam desse sistema de forma integrada.
O SUS garante acesso gratuito ao transporte em ambulância como parte do direito constitucional à saúde. Você pode solicitar esse serviço através do número 192, que conecta à Central de Regulação das Urgências responsável por avaliar a necessidade e direcionar a ambulância adequada.
A Lei nº 15.378, de 6 de abril de 2026, instituiu o Estatuto dos Direitos do Paciente, criando um regime jurídico unificado para o SUS e saúde suplementar. Este estatuto assegura seu direito ao atendimento de urgência e emergência, transporte adequado e informação sobre seu estado de saúde durante todo o atendimento.
O acesso a serviços de ambulância pelo sistema público é gratuito e universal. A central de regulação determina o tipo de ambulância enviada conforme a gravidade do caso, priorizando situações de risco iminente à vida. Você tem direito a acompanhamento profissional qualificado durante o transporte, conforme estabelecido pela Lei nº 7.498/86 e Decreto nº 94.406/87.
A Política Nacional de Atenção às Urgências estrutura o atendimento pré-hospitalar em todo território nacional. Essa política define padrões para tempo de resposta, equipamentos mínimos nas ambulâncias e qualificação das equipes de atendimento.
O sistema organiza-se em diferentes níveis de complexidade, desde o Suporte Básico de Vida até o Suporte Avançado. A regulação médica avalia cada chamado e determina o recurso apropriado, otimizando o uso das ambulâncias disponíveis. Você recebe atendimento baseado em protocolos técnicos validados nacionalmente.
A política estabelece a integração entre serviços pré-hospitalares, hospitalares e pós-hospitalares. As ambulâncias conectam você desde o local da ocorrência até unidades de saúde preparadas para continuidade do cuidado, garantindo fluxo adequado no sistema.
O Corpo de Bombeiros atua como principal executor do atendimento pré-hospitalar de emergência em diversas cidades brasileiras. Você aciona os bombeiros pelo número 193 para situações que exigem resgate ou atendimento urgente, incluindo acidentes, quedas e emergências clínicas.
A Polícia Militar, através de unidades especializadas, também participa do atendimento emergencial em algumas regiões. A Polícia Rodoviária Federal mantém equipes capacitadas para primeiros socorros nas rodovias federais, atuando nos acidentes de trânsito até a chegada das ambulâncias.
Essas instituições seguem protocolos estabelecidos pela Política Nacional de Atenção às Urgências. A Lei nº 15.250, de 3 de novembro de 2025, reconhece condutores de ambulância como profissionais de saúde, reforçando a importância da capacitação técnica. A integração entre bombeiros, polícia e serviços de saúde fortalece a rede de atendimento disponível para você.
Se o paciente tem plano de saúde, confira antes as condições de cobertura na página sobre ambulância pelo convênio. Para entender a definição técnica e a classificação oficial dos veículos, consulte o verbete ambulância na Wikipédia.
O contato é o 0800 727 8047, que atende 24 horas por dia, todos os dias. Também atendemos pelos telefones de Curitiba e pelo WhatsApp. A central inicia o cadastro do chamado enquanto orienta quem está no local, sem fila de espera.
O 192 é o SAMU, gratuito, e atende emergências em via pública e domicílio, com a viatura definida por uma central de regulação municipal. O contato particular é direto com a empresa e resolve transferências programadas, remoções entre cidades, alta hospitalar e cobertura de eventos, situações em que o serviço público não é o recurso indicado.
Endereço completo com ponto de referência, nome e idade do paciente, o que está acontecendo agora, se a pessoa está consciente e respirando, e se há escada ou elevador até a maca. Em transferência, informe o hospital de origem, o de destino, o horário previsto e se o paciente usa oxigênio, bomba de infusão ou UTI móvel.
Sim. A central opera 24 horas por dia, incluindo fins de semana e feriados. A escala de plantão é fixa e não há redução de atendimento nesses períodos.
Sim. Com origem, destino e o quadro do paciente, a central fecha o orçamento antes do serviço, sem cobrança de surpresa no fim. Em transferência agendada, o valor e o horário são combinados com antecedência.
Sim. Atendemos todo o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul com viatura própria, e realizamos remoções e transferências para todo o Brasil. A cobertura no seu endereço é confirmada na própria ligação.
Precisa agora? A central da Brasil Emergências Médicas atende 24 horas pelo 0800 727 8047. Solicite pela página de ambulância particular e receba o orçamento antes do deslocamento da equipe.

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